conserto da caixa d'água

Prefeitura abre licitação para escola sem abastecimento de água há 6 meses

Foto: Charles Guerra (Diário)

Depois de quase sete meses do início do ano letivo na rede municipal de educação e de muitas idas e vindas com o abastecimento de água, a construção de uma nova estrutura para instalar reservatórios na Escola João da Maia Braga, localizada no Bairro Passo das Tropas, vai tomar outro caminho. O contrato da prefeitura de Santa Maria com a empresa Carlos A. C. Cardoso foi oficialmente rescindido na última quinta-feira. Ontem, já teve início um novo processo, agora na modalidade de compra direta, para que uma empresa seja contratada para executar o serviço.

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A secretária municipal de Educação, Lúcia Madruga, explica que essa é, no momento, a melhor alternativa para solucionar, de vez essa questão. A expectativa é que o valor de R$ 6.498,98 a ser investido, previsto no edital, não tenha muitas alterações.

- Precisamos ajustar o projeto e identificar pelo menos uma empresa que se interesse em fazer essa obra. Ainda não sabemos quanto tempo essa etapa vai levar, mas temos pressa - destaca Lúcia.

Conforme informações da Superintendência da Comunicação da prefeitura, a contratação da empresa de forma direta é justificável pela urgência e relevância do caso. Apesar de ser mais ágil, não há prazo estabelecido para que o serviço seja, finalmente, executado.

A diretora da escola, Nivia Paim, já havia proposto, no início deste mês, utilizar verba da própria instituição para garantir que a estrutura seja feita ainda neste ano.

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- Os dias quentes estão chegando, e não podemos depender de um fornecimento de água que não é garantido. Por isso, estamos propondo essa alternativa, que é a de promover iniciativas para arrecadar recursos. Precisamos que isso seja resolvido o quanto antes - afirma Nivia.

Um encontro entre a direção da escola e a equipe da Secretaria de Educação (Smed) foi marcado para o próximo dia 24 para debater o caso. A secretário Lúcia defende que o melhor caminho ainda é a contratação pela prefeitura.

O problema começou em março deste ano, com a retirada das duas caixas d'água, de mil litros cada, e a demolição da estrutura de madeira, que estava comprometida e oferecia riscos.

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